ANÁLISE: COM "MANCINISMO", CORINTHIANS ENCORPA NA HORA H E CRESCE COLETIVA E INDIVIDUALMENTE

Por Bruno Cassucci — São Paulo


Invicto há sete jogos, o Corinthians cresce no Brasileirão na hora H, faltando dez partidas para o fim do campeonato. Ainda é cedo para apontar qual será o dia D ou o jogo J para garantir a vaga na próxima Libertadores, mas uma coisa é indiscutível: nada disso seria possível sem a revolução M... de "Mancinismo".

Contratado em outubro, Vagner Mancini encontrou um time debilitado técnica, tática e emocionalmente. Em pouco tempo, descobriu a vacina para problemas que Tiago Nunes e Coelho não conseguiram resolver, colocou o Corinthians na briga pelo G-6 e proporcionou até espetáculo, como na goleada por 5 a 0 sobre o Fluminense, na última quarta-feira.

Se em alguns jogos recentes, como diante de São Paulo e Goiás, o Timão criou muito, mas não aproveitou as chances, desta vez a equipe esteve impiedosa, com uma eficácia próxima de 100%. Foi não só a maior goleada alvinegra na temporada, mas também a melhor atuação.

O primeiro gol ajuda a ilustrar um pouco dos conceitos ofensivos do "Mancinismo", termo que está em alta entre a Fiel torcida. Bola de pé em pé desde o campo de defesa, sempre em progressão e com velocidade. Quando Fagner fez o cruzamento, cinco jogadores estavam na área para finalizar.

Um deles era Gabriel. O camisa 5 é um símbolo de como Mancini potencializou não só o jogo coletivo do Corinthians, mas também talentos individuais do time. O volante parece outro jogador em relação ao que se via até pouco tempo atrás. A entrega na marcação e a intensidade para fechar espaços na defesa seguem as mesmas, mas a participação ofensiva é muito maior, seja dando opção de passe ou chegando perto do gol adversário para concluir.

GE

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Sobre CHICO DUVALLE

Chico Duvalle - Jornalista DRT-MA 1741 / Radialista DRT-MA 1008
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